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K I D S

KIDS, é um dos filmes mais perturbadores da década de 90. Talvez por retratar de forma tão visceral uma juventude que crescia sem limites. Tudo estava ali presente, do Skate ao descaso da família, da música ao silêncio perturbador, da violência pura ao delírio no uso da liberdade apenas como dispositivo de partida com vapores de maconha, da prática do sexo de casal e de formas não usuais com requintes de realismo.

Kids se confunde com a realidade … Na vida e na morte.

Fotojornalismo, I Like

Skin … Para Os Apaixonados e Curiosos … Um Projeto Com Tatuagem

Directed by Ryan Hope, Skin is a dark, stylish examination of tattoo culture as high art, and a film that tests the boundaries of art and the human body.

Featuring contributions from Damien Hirst, Jeff Koons and Raymond Pettibon, the film is a beautiful visual essay from the frontiers of contemporary British art.

Skin was made in association with Garage Magazine to mark the launch issue, and was made possible by the generosity of Christie’s, the world’s leading art business, and W Hotels.

stamplondon.com
garagemag.com

View more of Ryan Hope’s work: ryan-hope.com / stamplondon.com/music-videos/ryanhope

Director; Ryan Hope
Executive Producers: Dasha Zhukova, Phil McCluney, Danny Germaine, Neil Cray
Line Producer: Laura Jones
Concept & Art Curator: Becky Pootschi
Stylist: Chloe Kerman
Financial Director: Marina Barber
Director of Photography: Tony Miller
Editor: Ryan Boucher
Sound Design / Score: Brendan Woithe
Post Production Prime Focus, The Mill
Artists: Damien Hirst, Jeff Koons, Raymond Pettibon, Jake & Dinos Chapman and Richard Prince
Volunteers: Jack, AJ, Leaf, Shauna and Conrad
Tattoo Parlours: The Family Business, Kings Avenue, Gold Rush
Tattoo Artists: Mo Coppoletta, Mike Rubendal, Lindsey Carmichael
Music: Actress, Alpines, Alex Jones, Creep, Glimpse, Amon Tobin

Helvetica – O Documentário

Da Série “William Baglione, A Vida Cotidiana e Outras Loucuras”


Intense Moments In Cubatão

Fotojornalismo, I Like



São Paulo, Wake UP

Não dá pra ser indiferente a São Paulo, é um misto de amor e ódio proporcionalmente iguais. Também não posso dizer que São Paulo é uma cidade fria, porque descontando a paralisia do trânsito e a alta competitividade a cidade funciona muito bem por conta de sua força criativa. O fato é que o cidadão paulista precisa de bom humor e criatividade para sobreviver ao caos instalado.

Orgulho dos paulistas, o lema Non Dvcor Dvco foi eternizado em nossa bandeira por Jânio Quadros décadas atrás. Sim, já fomos uma cidade que se orgulhava de ser a locomotiva da nação e também por ser cosmopolita e incansável. Mas o que identifico hoje é que a cidade respira por aparelhos e chegamos no limite. Hoje em dia o processo de emigração é inverso, muitas pessoas estão retornando a seus Estados de origem porque São Paulo, assim como vem acontecendo com os Estados Unidos e países Europeus, não oferece mais tantas oportunidades. O Sol não nasce para todos.

As práticas de política pública são também fora de medida, beneficiam muito aqueles com maior renda e poder político e menos aqueles que estão na base da pirâmide. A lei cidade limpa, a indústria da multa, as ações na região da cracolândia, a desocupação em terreno do pilantra Naji Nahas em São José dos Campos, a desordem e falta de maiores investimentos em transporte público, etc … são exemplos de um sentimento de abandono percebido nas ruas, pois as autoridades não praticam a contrapartida dos autos impostos que pagamos. Infelizmente os governos Estadual e Municipal são motivados a agir com ações impopulares.

Amo a cidade, mas não sou hipócrita de achar que aqui é o paraíso. É possível afirmar que não existe guerra civil porque nos guetos que existem dentro dos bairros da região central de São Paulo vivem milhares de imigrantes ilegais sobrevivendo a base de subemprego ou condição de semi-escravidão. Esse dumping social com foco na área têxtil é encontrado também em cidades chinesas, em Nápoles e no Leste Europeu. É o preço da competitividade em um mundo cada vez mais globalizado ou em outras palavras a máfia dos hábitos de consumo.

Penso muito nessa coisa da São Paulo ser o lugar onde a Palestina é possível porque não imagino outro lugar no mundo onde exista, com certo grau de harmonia, o encontro de tantas diferenças de pessoas com cor da pele, credo e níveis sócio culturais tão distintos. Claro que há violência, em NY também tem … mas aqui temos um abismo econômico que poderia ser suficiente para declarar uma guerra civil, tão comum em países africanos e do Oriente médio.

São Paulo é uma serpente que engole o próprio rabo simbolizando talvez, os problemas a muito tempo enraizados que sugerem não ter solução. Não sou simpático a classe política, mas o caminho mais prudente é a de valorizarmos o voto sem desperdiçá-lo por simples ignorância. Na época do regime militar o que se dizia é que o povo não sabia nem escovar os dentes, o que dirá votar.

Bom, em breve as urnas serão reabertas.

Parabéns São Paulo

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